sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

O Orientalista



Um dos livros extraordinários que já li.
Recomenda-se uma visita a www.tomreiss.info/foreigneditionscontent.html para se usufruir das  capas dos livros nas edições em diferentes línguas. É como ver a mesma imagem em espelhos mágicos, que nos transportam para sons e estalares de língua que me deliciam.
Lev Nussimbaum ou Essad Bey ou Kurban Said, três em um, antes de ser escritor ou aventureiro era um cidadão do mundo, dum mundo  perigoso mas fatalmente fascinante. Os mundos que Tom Reiss nos põe diante dos olhos mais não são do que uma parte do nosso passado universal.
Este livro colocou Baku na rota dos meus locais a visitar. O Azarbeijão já lá estava, mas de forma genérica, como estão todos os locais cuja pronúncia do nome me delicía. A dificuldade em pronunciá-los dá-lhes vantagem na lista, porém, depois de ter entrado na vida de Kurban Said, Baku tornou-se uma ânsia, uma urgência. Há coisas que não se ficam por uma leitura em casa, exigem uma viagem para ficarem completas.

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